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Rehn do BCE: É preciso ficar atento aos riscos de queda da inflação

O responsável pela política monetária do BCE, Olli Rehn, alertou que é preciso ficar atento aos riscos de inflação abaixo da meta, alimentados por energia mais barata e por uma valorização do euro. Mesmo com juros estáveis, não se pode subestimar a possibilidade de inflação ficar aquém da meta global.


Rehn do BCE: a inflação parece estar ancorada agora

Rehn afirma que não há espaço para complacência e que a inflação continua sob vigilância, apesar de sinais de estabilização. Riscos de baixa pressão surgem com energia mais barata e um euro mais forte, mantendo o BCE cauteloso e atento a mudanças futuras. O cenário exige monitoramento contínuo, sem hesitar.


Expectativas públicas de inflação no Reino Unido sobem na última pesquisa trimestral do BoE

Uma pesquisa trimestral do Banco da Inglaterra mostra que as expectativas de inflação variam próximo a 3,4% a 3,6% para dois prazos diferentes, sinalizando expectativas altas entre o público e elevando preocupações sobre inflação futura e riscos de estagflação no Reino Unido. Autoridades avaliam impactos econômicos, políticas monetárias e consumo.




Escriva do BCE: Alcancamos a meta de inflação

José Luis Escriva, membro do Conselho do BCE, afirma que a inflação já atingiu a meta. Embora o crescimento do PIB permaneça lento, ele ressalta que a competitividade continua sendo um desafio para a economia da zona do euro, exigindo vigilância e ajustes na política monetária para próximos anos.


Patsalides do BCE: as taxas de juros podem oscilar no próximo movimento

Analistas descrevem que as taxas atuais são coerentes com a inflação prevista. A menor urgência de ação indica equilíbrio de riscos, enquanto o cenário abre espaço para movimentos em qualquer direção. Patsalides sinaliza abertura para ajustes se necessário, posicionando-se entre neutro e inclinados ao aperto monetário, dependendo da evolução econômica.


Escriva do BCE: atingimos a meta de inflação

Resumo: o crescimento do PIB está lento e a competitividade continua sendo um desafio para a região. Apesar de comentários contidos, Escriva demonstra conforto com a política monetária vigente, sugerindo continuidade das medidas. O tom sugere cautela estratégica para manter a inflação sob controle no curto prazo e visibilidade futura.


AUD/USD atinge máximo de 10 meses perto de 0,6670 com otimismo no mercado

Mercado reage favoravelmente ao tom mais dovish do Fed, elevando o apetite por ativos de risco; o AUD/USD alcança máximos de 10 meses em torno de 0,6670, impulsionado pela fraqueza do dólar, pela resiliência do AUD e pela expectativa de que o RBA mantenha as taxas estáveis na próxima reunião.