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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

O BCE está confiante – Commerzbank

A dirigente Christine Lagarde sinalizou confiança com o nível atual de juros; o mercado de câmbio reagiu com leve alta do euro frente ao dólar. Analistas da Commerzbank destacaram que novas reduções são improváveis no curto prazo, impulsionadas por perspectivas de crescimento estáveis na zona do euro e outras variáveis.


IEA aumenta estimativas de oferta de petróleo – ING

Os preços do petróleo recuaram, refletindo demanda enfraquecida e a projeção de excedente global. A IEA prevê superávit recorde para 2026, impulsionado pelo retorno da produção da OPEC+. Analistas ressaltam incertezas, enquanto tensões geopolíticas podem limitar quedas e oferecer suporte ao mercado de energia. Mercados atentos às decisões de política.


Por que o Fed pode cortar 50 pontos-base na próxima reunião

Antes da reunião do Fed, dois indicadores econômicos reforçam a hipótese de um corte de 50 pontos-base como medida de proteção. Enquanto o CPI ficou alinhado às previsões, o PCE aponta sinais melhores. Com o mercado de trabalho ainda sensível, o banco pode optar por um alívio ou por dovish.


M2 da China em agosto cresce 8,8% na comparação anual, frente a 8,7% esperado

Em agosto, o M2 da China cresceu 8,8% na comparação anual, acima da previsão de 8,7%. Novos empréstimos em yuan totalizaram ¥590,0 bilhões, abaixo do esperado de ¥800,0 bilhões, enquanto o método anterior registrou ¥-50,0 bilhões. O relatório aponta tendência de recuperação financeira com moderado impulso para o mercado chinês.


Rehn do BCE: É preciso ficar atento aos riscos de queda da inflação

O responsável pela política monetária do BCE, Olli Rehn, alertou que é preciso ficar atento aos riscos de inflação abaixo da meta, alimentados por energia mais barata e por uma valorização do euro. Mesmo com juros estáveis, não se pode subestimar a possibilidade de inflação ficar aquém da meta global.


Rehn do BCE: a inflação parece estar ancorada agora

Rehn afirma que não há espaço para complacência e que a inflação continua sob vigilância, apesar de sinais de estabilização. Riscos de baixa pressão surgem com energia mais barata e um euro mais forte, mantendo o BCE cauteloso e atento a mudanças futuras. O cenário exige monitoramento contínuo, sem hesitar.


Expectativas públicas de inflação no Reino Unido sobem na última pesquisa trimestral do BoE

Uma pesquisa trimestral do Banco da Inglaterra mostra que as expectativas de inflação variam próximo a 3,4% a 3,6% para dois prazos diferentes, sinalizando expectativas altas entre o público e elevando preocupações sobre inflação futura e riscos de estagflação no Reino Unido. Autoridades avaliam impactos econômicos, políticas monetárias e consumo.




Escriva do BCE: Alcancamos a meta de inflação

José Luis Escriva, membro do Conselho do BCE, afirma que a inflação já atingiu a meta. Embora o crescimento do PIB permaneça lento, ele ressalta que a competitividade continua sendo um desafio para a economia da zona do euro, exigindo vigilância e ajustes na política monetária para próximos anos.