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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

WTI: Preço tenta retomar os US$ 100, mas cenário segue firme

O petróleo WTI recua para perto de US$ 97,20, cedendo ganhos diante de preocupações com a demanda. Dados de inflação dos EUA reforçam aposta por juros mais altos, mas fechamento do Estreito de Ormuz mantém perspectiva firme. Investidores aguardam reunião Trump-Xi.


Dólar australiano mantido em faixa contra o dólar americano, aponta UOB

Estrategistas da UOB veem o AUD/USD consolidando após queda para 0.7209, com negociação intraday esperada entre 0.7215 e 0.7255. A tendência subjacente sugere leve alta nas próximas semanas, mas com ganhos limitados abaixo de 0.7280. Quebra abaixo de 0.7180 indicaria ambiente de negociação em faixa mais ampla.



Libra estabiliza frente ao iene após recuar de alta recente

A Libra estabiliza frente ao iene após recuar de alta diária, pressionada por crise política no Reino Unido. Investidores temem aumento de gastos fiscais com mudança de liderança. O iene pode se valorizar com possíveis altas de juros do BoJ.


Riscos de oferta impulsionam preços do Brent, aponta Commerzbank

O Brent disparou 3,4% para cerca de US$107,77 com interrupções de oferta no Golfo Pérsico. Exportações do Irã estão paralisadas, e navios-tanque são usados como armazenamento flutuante. A tensão no Oriente Médio e ações navais dos EUA impulsionam os preços do petróleo.



Setores defensivos se destacam enquanto chips recuam, aponta Danske Bank

A Danske Bank observa que ações globais tiveram queda modesta, com o S&P500, Nasdaq e Russell2000 em baixa. Setores defensivos como saúde e consumo lideraram ganhos, enquanto semicondutores recuaram após forte performance anterior. Mercados asiáticos e futuros norte-americanos e europeus mostraram recuperação.



Dólar se fortalece com inflação aquecida e altas nos juros, aponta MUFG

O dólar americano ganhou força impulsionado por uma inflação mais alta que o esperado e pelos rendimentos dos títulos em alta. A MUFG destaca que o CPI dos EUA surpreendeu e os juros subiram, reforçando a demanda pela moeda. O mercado já precifica um possível aumento de taxas do Fed para 2027.