O mercado está revisando rapidamente as chances de cortes de juros no curto e no longo prazo.
No início deste mês, cortes esperados para outubro e dezembro estavam plenamente precificados, mas esse cenário mudou rapidamente. A probabilidade de outubro continua alta, porém não é mais certa, fixando-se em cerca de 80%.
O panorama para dezembro é mais incerto, com a probabilidade aproximadamente empatada em 50/50.
Há movimentos ainda maiores no horizonte, na curva de fundos federais, com o contrato para setembro do próximo ano prevendo aproximadamente 0,92 ponto percentual de alívio, frente a 1,04 ponto há poucos dias. Essas mudanças aparecem também na rentabilidade de dois anos, que está mais alta no mês.