O choque energético, causado pelo Ir, obrigou o BCE a adotar uma postura mais firme, elevando as taxas de curto prazo da Zona do Euro, enquanto as expectativas de inflação permanecem sob controle. O estrategista-chefe de Macro Strategy de Mercados da BNY afirma que novas altas ainda precisariam de uma justificativa clara com base na mudanias nas expectativas e nos dados, com os pr f3ximos PMI e ifo como indicadores-chave para medir crescimento e custos de insumos na regi e3o.
Rigidez do BCE versus fundamentos
O choque energ e9tico desencadeou uma reavalia e7 e3o aguda da pol edtica monet e1ria, com o BCE, o Banco da Inglaterra (BoE) e o FOMC sinalizando uma postura mais hawkish do que o esperado. As taxas de infla e7 e3o impl edcita dispararam, enquanto as curvas de rendimento se achatam, recalibrando fortemente as expectativas de novas altas de juros.
O BCE e o BoE recusaram-se a ignorar o conflito; isso elevou os pre e7os de aperto de pol edtica.
N e3o descartamos altas no curto prazo, mas qualquer movimento precisa de justificativa embasada em mudanças de expectativas, e nada aponta para al e9m de medidas cautelares em vez de um novo ciclo.
Caso contrario, a semana de dados deve ser tranquila, mas o BCE ficar e1 atento aos PMI preliminares de mar e7o e ao ifo da Alemanha, que fornecer e3o as primeiras indica f5es sobre o impacto do conflito na ind fastria e nos exportadores, especialmente no que diz respeito aos custos de insumos.
