A UOB, por meio de Ho Woei Chen, destaca que os PMIs de maio da China sugerem um crescimento do PIB mais suave para o 2º trimestre de 2026. A manufatura permanece no limiar de expansão, com perda de momentum devido à demanda externa mais fraca e pressões de custos relacionadas ao Oriente Médio. A recuperação dos serviços oferece algum contrapeso, mas a demanda interna continua sendo a principal vulnerabilidade.
Os dados de maio reforçam a desaceleração evidente nos indicadores macro mais amplos de abril. A expectativa é de que o PIB chinês desacelere para 4,7% interanual no 2º trimestre de 2026, ante 5,0% no 1º trimestre, mantendo a previsão de crescimento para o ano inteiro em 4,7%. A política econômica deve permanecer calibrada, a menos que surjam evidências adicionais de que o crescimento possa desacelerar abaixo da meta oficial de 4,5%-5,0%.
