Contexto
O equipamento ilustrado nesta imagem é, provavelmente, o principal recurso da indústria de semicondutores. Desenvolvido pela empresa holandesa ASML, ele permite a fabricação de chips com altíssima precisão.
No ano passado, os EUA começaram a impor restrições ao uso e à exportação dessa tecnologia para a China.
Como resposta, Pequim mobilizou recursos para desenvolver uma alternativa interna. Um relatório da Reuters, citado por fontes, afirma que a China avançou ao menos parcialmente, com um protótipo funcional criado no início de 2025, embora ainda em fase de testes e sem produção de um chip utilizável.
Isso pode soar improvável, mas máquinas desse tipo são extremamente complexas. O objetivo do país é alcançar a produção de chips local até 2028.
Se isso ocorrer, os EUA perderiam parte da vantagem atual no segmento. A dúvida é se a liderança norte-americana em IA ainda será suficiente para compensar essa mudança.
No lado do mercado, as ações da ASML recuaram diante da notícia, mas o movimento já parecia ter sido precificado pelos investidores com antecedência.
