Bancos centrais: observando desdobramentos do Golfo, sem reagir demais – UBS

O economista-chefe do UBS, Paul Donovan, destaca que os bancos centrais concentram-se nos efeitos de segunda ordem decorrentes dos desdobramentos do Golfo, em vez de mudanças políticas imediatas.

O governador do Bank of England, Andrew Bailey, já suavizou o tom hawkish anterior, e o economista-chefe Huw Pill deve reforçar essa posição.

O economista-chefe do BCE, Philip Lane, aponta que os efeitos decisivos da guerra ainda não são visíveis, o que retarda qualquer sinal de mudança de política.

BoE e ECB enfatizam efeitos de segunda ordem

Além das notícias do Golfo, os mercados discutem as consequências dos acontecimentos na região e como isso pode influenciar futuras decisões de política monetária.

“Já ouvimos o governador Bailey no começo desta semana, ao precisar moderar o tom excessivamente hawkish na última reunião de política,” comentou um analista. “O economista-chefe Pill deve ecoar a ideia de que bancos centrais precisam apenas se concentrar nos efeitos de segunda ordem.”

O economista-chefe do BCE, Philip Lane, observou que os efeitos decisivos da guerra ainda não são evidentes, reforçando a cautela entre as autoridades.