Aida, economista-chefe do Crédit Agricole no Japão, informou ao Nikkei que seria arriscado para o BOJ aumentar as taxas em dezembro.
Ela acrescentou que esse movimento entraria em choque com os planos do governo de estimular a economia por meio de gastos públicos de grande escala e que seria mais plausível iniciar um aperto em janeiro, caso a economia mantenha crescimento robusto no ano fiscal de 2026.
Para contextualizar, a primeira-ministra Takaichi criou um painel principal para debater a estratégia de crescimento de seu governo, e Aida foi escolhida para compor esse grupo de economistas, sinalizando o formato da equipe que está sendo montada.