Hoje, dados de inflação de outubro na região de Tóquio chegam como um prenúncio dos números nacionais, esperados em cerca de três semanas.
O índice de preços ao consumidor de Tóquio, excluindo alimentos frescos, subiu 2,8% na comparação anual, acima da previsão de 2,6% e acima dos 2,5% de setembro. A leitura core-core (sem alimentos e energia) também avançou 2,8%, destacando pressões persistentes de preços.
O ganho foi impulsionado principalmente por custos alimentares, incluindo um aumento de 38% nos preços do arroz, enquanto a inflação do setor de serviços permaneceu moderada em 1,6%, sugerindo que as empresas ainda demoram a repassar o aumento dos salários.
Separadamente, a produção industrial e os dados de desemprego mostraram sinais encorajadores. O iene subiu no início do pregão, ficando pouco abaixo de 153,70 por dólar, recuperando-se para cerca de 154,00.
No lado chinês, os PMI oficiais de outubro mostraram manufatura em contração (49,0), o sétimo mês abaixo de 50, enquanto o setor de serviços avançou para 50,1.
Fora do iene, os principais pares de moedas oscilaram pouco. O índice Nikkei 225 do Japão atingiu um novo recorde, enquanto as ações da China continental e de Hong Kong mostraram desempenho abaixo.
Variações de ações na Ásia-Pacífico:
- Japão (Nikkei 225): +1,7%
- Hong Kong (Hang Seng): -0,8%
- Xangai Composto: -0,6%
- Austrália (S&P/ASX 200): +0,25%