Os riscos de alta existem: por que a segunda metade de outubro pode ser positiva

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Ninguém parece estar certo ao prever alta nos mercados, mas você pode parecer esperto ou ter razão se a leitura for bem-feita. A ideia é considerar o que aconteceu em outubro e o que pode acontecer a seguir.

O mercado ficou apreensivo em outubro. Para mim, não foi um único fator, mas um conjunto de causas:

  1. Setembro viu uma rápida valorização nos mercados de ações.
  2. Trump e a China iniciam novo confronto comercial.
  3. A paralisação do governo.
  4. A incerteza geopolítica habitual.

Vamos direto ao final do mês e ao que pode acontecer.

  1. As ações se consolidaram e os padrões sazonais de outubro costumam ser bons (e ficam ainda melhores em novembro/dezembro).
  2. Trump continua a insistir que a China está bem e que encontros entre líderes devem ocorrer em 1º de novembro.
  3. A paralisação do governo terminará, inevitavelmente.
  4. Existe o risco residual de um cessar-fogo na Ucrânia.

Não estou dizendo que esses cenários vão se concretizar, nem que as linhas do tempo não possam se estender até novembro, mas vejo os riscos como desdobramentos positivos nesses pontos. Pode haver pressão de resultados corporativos, que vão começar a ficar mais quentes, mas, até agora, as empresas têm mostrado um tom otimista. No pior cenário, é um risco de oscilações em ambas as direções.