Contexto
Relatórios indicam que empresas chinesas que produzem ímãs de terras raras encontram dificuldades maiores para obter licenças de exportação desde setembro, com o processo de avaliação se tornando mais demorado e com pedidos adicionais de informações.
Uma das fontes afirmou que a revisão passou a ser mais extensa, parecendo uma estratégia de Pequim para ampliar o controle sobre itens cruciais para tecnologia militar e aplicações comerciais. Também foi citado que muitas solicitações voltam com pedidos de informações complementares.
Enquanto isso, a etapa de aprovação também tem demorado, ainda que dentro do prazo de 45 dias úteis indicado pelo ministério do Comércio. No conjunto, a sensação é de um recuo em relação a avanços anteriores, semelhante ao que ocorreu em abril, quando a China endureceu as exportações de terras raras para pressionar tarifas.
Essa é uma das cartas estratégicas da China nas negociações com os Estados Unidos, e não parece estar disposta a recuar no uso dessa ferramenta.