As atas do FOMC indicaram que a maioria dos participantes acreditava ser apropriado reduzir ainda mais a política de juros ao longo de 2025, sinalizando uma inclinação mais acomodativa.
Alguns membros observaram que as condições financeiras parecem menos restritivas, o que justificaria uma abordagem cautelosa nas próximas mudanças de política.
A reunião de 16–17 de setembro revelou uma inclinação geral para cortes adicionais ao longo do restante de 2025.
Quase todos apoiaram um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de fundos federais na reunião de setembro.
Os participantes também observaram que os riscos de perda de empregos haviam aumentado, enquanto os riscos de alta da inflação tinham diminuído ou não aumentado.
Em termos de balanço de riscos, houve consenso de que a percepção sobre a ação apropriada refletia uma mudança no equilíbrio de riscos.
Alguns poucos defendiam manter a taxa inalterada na reunião de setembro ou apoiar tal decisão.
A maioria destacou o risco de alta para a inflação, enquanto a standing repo facility seria útil para manter a taxa de juros no intervalo desejado e evitar que pressões do mercado monetário atrapalhem o aperto quantitativos.
A equipe técnica revisou para cima as projeções de crescimento do PIB para 2025–2028, reforçando a visão de um caminho mais otimista, com a inflação prevista para chegar a 2% até 2027.
Embora os riscos de emprego tenham aumentado, os comunicados reiteraram cautela com a inflação, mantendo a orientação de maior acomodação nas próximas reuniões.