Os mercados das Américas apresentaram uma sessão de movimentos díspares, com o ouro alcançando novos recordes em meio a uma demanda por ativos de segurança e incertezas inflacionárias.
Principais destaques
- Política monetária e dados econômicos impulsionaram a leitura de ativos ao redor do globo.
- Ao lado de indicadores, como o mercado imobiliário dos EUA, as notícias corporativas e declarações de autoridades monetárias moldaram o humor do investidor.
Movimentação de ativos
- O ouro subiu US$ 68, fechando em US$ 3.828 por onça, sinalizando demanda por proteção.
- WTI recuou US$ 2,52, para US$ 63,20 por barril.
- Rendimentos dos títulos do Tesouro americano de 10 anos caíram 4,3 pontos-base, para 4,14%.
- Bitcoin avançou 3,1%.
- S&P 500 subiu 0,3%.
- O iene japonês liderou ganhos entre as moedas, enquanto o dólar ficou atrás.
Notas de mercado e fatores chave
- Dados de vendas pendentes de casas nos EUA mostrou avanço de 4,0% em agosto, superando expectativas.
- Índice de manufatura de Dallas em setembro ficou em -8,7, pior que o -1,8 anterior.
- Casa Branca divulgou plano que evita expulsões forçadas em Gaza e mantém posição sobre Israel.
- Comentários de membros do Fed indicam necessidade de manter política monetária restritiva para atingir a meta de 2%.
- Alguns oficiais apontaram que o repasse de tarifas foi menor do que o esperado.
- Quem liderou conversas internacionais: Netanyahu telefonou para o PM do Qatar para pedir desculpas pelo bombardeio.
- Com possível shutdown, a BLS pode deixar de divulgar dados econômicos em outubro.
- Comentário do BoE sugere que flexibilização no mercado de trabalho pode ancorar as perspectivas de inflação.