investingLive: visão geral das notícias de mercado nas Américas — Ouro volta a tocar máxima histórica

Resumo rápido: sinais de avanço nas negociações entre EUA e China ajudaram os ativos de maior risco, o ouro atingiu uma nova máxima histórica e as ações seguiram em alta. Houve previsão de novos acordos ainda nesta semana, alimentando o sentimento positivo nos mercados.

Principais destaques: ouro subiu US$ 125, atingindo US$ 4.372; os rendimentos dos Treasuries de 10 anos caíram 2,7 pontos-base para 3,98%; o petróleo WTI caiu pouco, mas se manteve em torno de US$ 57,50; o S&P 500 subiu 1,1% e o Nasdaq alcançou novas máximas; o AUD liderou as altas enquanto o CHF ficou atrás.

O fim de semana trouxe sinais de que uma reunião de alto nível entre China e EUA será realizada nesta semana na Malásia, o que aumentou a probabilidade de um acordo e elevou a demanda por ativos de risco. O Nasdaq atingiu um recorde com um movimento de compra amplo desde a abertura. Comentários da administração sobre um acordo para evitar o shutdown também ajudaram o impulso.

O ouro foi a maior surpresa do dia, recuperando a queda de sexta-feira e tocando nova máxima histórica antes de recuar nos minutos finais. A demanda foi modesta no começo, mas compradores norte-americanos aceleraram, sugerindo que a queda de sexta-feira pode ter sido ligada às opções.

O mercado de câmbio ficou relativamente imóvel, com o melhor humor de risco auxiliando várias moedas, mas a perspectiva de acordo EUA-China foi positiva para o dólar. O petróleo — após cair para o menor nível desde maio — estabilizou, caindo até US$ 56,35 e subindo cerca de US$ 1,15.

Fica de olho na possível sobreoferta que a OPEP pode gerar com o aumento da produção, equilíbrio que é atenuado pelos ataques da Ucrânia contra a infraestrutura russa.