Dados preliminares indicam que o crescimento salarial tende a ficar mais fraco e estável no primeiro semestre de 2026. O crescimento negociado foi de 4,1% em 2024 e está estimado em 3,8% em 2025, já excluindo pagamentos únicos. Olhando para 2026, o rastreador de salários aponta queda adicional para 2,5% (excluindo pagamentos atípicos).
Para contextualizar, a projeção para o primeiro semestre é de 4,3% e, no segundo semestre, 3,3%. Assim, a tendência geral aponta para pressões salariais mais lentas e moderadas.
Isso deve ser bem recebido pelo BCE, oferecendo maior flexibilidade para a condução da política monetária, especialmente se ainda houver preocupação com a inflação ao consumidor.
Os dados completos podem ser encontrados aqui.