Aqui está o que você precisa saber nesta sexta-feira, 5 de setembro:
Os mercados ficaram mais quietos no início do dia, com investidores mantendo cautela antes do aguardado relatório de empregos de agosto nos EUA, que trará Nonfarm Payrolls (NFP), a taxa de desemprego e dados de inflação salarial. O Canadá também divulgará os dados de emprego de agosto.
O Índice Dólar (USD) fechou a sessão anterior com leve alta, mas perdeu força diante do maior apetite ao risco que dominou a sessão norte-americana. Dados recentes mostraram que o PMI de Serviços do ISM subiu para 52 em agosto, acima de julho, que ficou em 50,1, superando a leitura de 51 estimada pelo mercado. O ADP divulgou que as folhas de pagamento do setor privado cresceram 54 mil em agosto, ficando aquém da previsão de 65 mil.
Na abertura europeia, o USD Index oscilava próximo de 98,00. Espera-se que as NFPs de agosto aumentem em torno de 75 mil, com a taxa de desemprego possivelmente subindo para 4,3% de 4,2% em julho. Os futuros de ações dos EUA mostravam altas moderadas entre 0,15% e 0,45%. À noite, o presidente Donald Trump disse que poderá impor tarifas de até 100% sobre semicondutores importados por empresas que não movam a produção para os EUA.
Na arena cambial, o USD/JPY enfrentou dificuldades para manter os ganhos de ontem e recuou para perto de 148,00 durante a sessão europeia. O presidente assinou uma ordem executiva para implementar o acordo comercial com o Japão, prevendo uma taxação de até 15% sobre a maioria das importações japonesas, incluindo automóveis e peças.
O USD/CAD permanece em território negativo, próximo de 1,3800, após fechar os quatro pregões anteriores em alta. A taxa de desemprego no Canadá é esperada para subir para 7% em agosto.
O ouro corrigiu após tocar máximas históricas acima de US$ 3.570, encontrando suporte próximo de US$ 3.500; o XAU/USD opera em torno de US$ 3.550.