Rehn do BCE aponta riscos de queda para a inflação, defende flexibilidade e sem trajetória fixa de juros

Um membro do Conselho de Governação do BCE e o governador do banco central finlandês falou em entrevista ao Helsingin Sanomat, no último fim de semana.

O BCE deve adotar uma abordagem flexível nas decisões de juros nas próximas reuniões.

  • um euro mais forte
  • energia mais barata
  • comportamento da inflação subjacente em desaceleração
  • os danos da política comercial à economia global

Ele disse que choques econômicos na área do euro são agora mais complicados do que antes e há grande incerteza sobre a inflação, o que exige flexibilidade para reagir às mudanças na economia.

Perspectiva para o BCE:

  • o Conselho não está preso a nenhuma trajetória de juros e mantém total liberdade de manobra
  • as decisões de juros são tomadas reunião a reunião, com base nos dados mais recentes
  • o crescimento econômico tem se mantido
  • a inflação se estabilizou
  • não há razão para complacência na região

Espera-se amplamente que o BCE mantenha as taxas em 2% na próxima reunião (10 e 11 de setembro), após a decisão de pausa em julho.