Na sessão europeia, o calendário é enxuto, com dados de baixo impacto, como o PIB final suíço e a confiança do consumidor da zona euro, sem efeito nas cotações. Nos EUA, a segunda leitura do PIB pode passar despercebida, enquanto pedidos de auxílio-desemprego podem mover o mercado conforme desvios surgirem.
Na sessão dos EUA, vem a segunda leitura do PIB do segundo trimestre e os pedidos de auxílio-desemprego. O PIB tende a atrair menos atenção por ser dado antigo, enquanto as solicitações podem movimentar o mercado caso apresentem desvios relevantes.
Os pedidos iniciais estão projetados em 230 mil, ante 235 mil, e os pedidos contínuos em 1,970 milhão, frente 1,972 milhão anterior. O quadro sugere um mercado de trabalho com desemprego baixo, porém com criação de vagas contida, atribuída aos choques tarifários do início do ano.
Algumas pesquisas regionais já sugerem recuperação da atividade em agosto. Vamos observar como isso se reflete nos pedidos de desemprego, no ADP e no relatório de empregos não-agrícolas (NFP).