O calor recorde e a seca que atingiram a Europa em 2026 estão causando disrupções em refinarias, geração de energia, vias navegáveis interiores e agricultura. Pesquisas do Banco Central Europeu (BCE) sugerem perdas de produção consideráveis, com destaque para o Leste Europeu, e alertam que investimentos em adaptação climática podem desviar recursos de usos mais produtivos.
Tomadores de decisão do BCE e agências fiscais enfrentam difíceis trade-offs, pois a inflação e a demanda enfraquecida interagem.
Calor, seca e trade-offs de política
“Recordes de temperatura foram quebrados em muitos países da UE em 2026, com a Europa Ocidental experimentando o junho mais quente já registrado.”
“Grandes partes da Europa também estão enfrentando condições de seca, agravadas pelos efeitos evaporativos das temperaturas mais altas.”
“Os efeitos do clima extremo provavelmente impactarão a economia por múltiplos canais.”
“Análises recentes do Banco Central Europeu (BCE) mostram que ondas de calor extremas e condições de seca – semelhantes às observadas em 2022 – poderiam resultar em uma perda de produção considerável, com a Europa Oriental sendo mais afetada.”
“Pesquisas separadas do BCE encontram efeitos regionais significativos que podem se intensificar ao longo do tempo, enquanto o investimento em infraestrutura de adaptação climática pode desviar recursos de investimentos mais produtivos.”


