Geoff Yu, do BNY, destaca dados do World Gold Council (WGC) que mostram uma forte recuperação nas compras de ouro por bancos centrais, atingindo um recorde de 289 toneladas no segundo trimestre, liderada por Polônia e China, após um primeiro trimestre fraco. Apesar disso, o conselho espera que as compras oficiais diminuam e fiquem abaixo dos níveis de 2025, enquanto saídas de ETFs e fluxos fracos de mineração apontam para uma confiança frágil do investidor nos preços do ouro.
Recuperação da compra oficial, mas perspectiva mais branda
“O World Gold Council informou que as compras de ouro pelos bancos centrais no primeiro trimestre foram muito mais fracas do que o estimado anteriormente, com compras de apenas 57 toneladas, uma queda de 187 toneladas em relação à visão anterior e o início de ano mais fraco em mais de uma década.”
“A demanda se recuperou acentuadamente no segundo trimestre, com compras líquidas atingindo um recorde de 289 toneladas, liderada por Polônia e China.”
“Apesar dessa recuperação, o conselho espera que as compras de ouro pelos bancos centrais diminuam este ano e provavelmente fiquem abaixo dos níveis de 2025.”
“O relatório também observou saídas de ETFs lastreados em ouro no segundo trimestre, demanda mais fraca por barras e moedas, demanda mais fraca por joias e menor oferta reciclada.”
“Os fluxos de mineração e do setor de metais permanecem fracos no iFlow, indicando uma confiança fraca do investidor nos níveis de preço.”

