Em preparação para a votação de 31 de maio de 2026, análises recentes destacam que a eleição colombiana pode levar a um segundo turno, com a direita unificada mostrando vantagem sobre o candidato do pacto histórico. A leitura de tendências aponta crescimento de apoio a Valencia entre os indecisos, ao mesmo tempo em que a fragmentação persiste como um risco importante e o estresse institucional e fiscal eleva a cautela nos mercados.
Direita unificada pode vencer no segundo turno
Dados de pesquisa indicam que o cenário de segundo turno favorece a aliança da direita: Valencia ou De la Espriella podem superar Cepeda no segundo turno, com a fragmentação como o risco-chave.
Valencia tem ganhado tração: indecisos convergem para ela, enquanto Cepeda parece enfrentar um teto de apoio.
As probabilidades apontam para uma leve preferência a Valencia, mas a credibilidade das pesquisas fica sob escrutínio devido a uma apuração do Conselho Nacional Eleitoral (CNE).
O estresse institucional e fiscal permanece elevado: tensões com o banco central e espaço fiscal limitado aumentam a sensibilidade dos mercados frente aos ativos colombianos.


