Resumo de mercado Um olhar recente indicia que o S&P 500 mantém resiliência diante de choques de petróleo, sugerindo que o mercado precifica um conflito breve, dados macroeconômicos estáveis e bancos centrais ainda acomodados. O índice fica em torno de 5–6% abaixo das máximas históricas, com trajetórias históricas sugerindo recuperações relativamente rápidas após quedas marcantes em diferentes ciclos temporais históricos.
Equidades resistem a choques de petróleo no passado
Atualmente, ativos de risco estão muito mais firmes do que durante choques petrolíferos recentes.
O S&P 500 e o STOXX 600 da Europa estão apenas 5–6% abaixo de seus recordes. Por exemplo, o relatório de empregos dos EUA de março, o primeiro desde as paralisações iniciadas em 28 de fevereiro, mostrou +178 mil vagas, com a taxa de desemprego caindo para 4,3%.
Em 1979–80, após o segundo choque do petróleo, houve turbulência de mercado com o aperto de juros pelo Federal Reserve e uma recessão nos EUA no início de 1980. Mesmo em 2022, quando bancos centrais globais elevaram as taxas, houve uma recuperação forte em 2023, levando o S&P 500 a novos recordes no começo de 2024.

