Analistas da MUFG apontam que a comunicação do BCE e o avanço em direção à meta de estabilidade de preços colocam a instituição em posição mais estável diante da BoE, porém o otimismo é cauteloso quanto à capacidade de manter a força do euro com rendimentos front-end ainda elevados. Com as correlações do DXY migrando de spreads de yields para o Brent, as previsões indicam que os riscos de queda do EUR/USD seguem vinculados a dinâmicas do petróleo geradas por conflitos.
Postura do BCE ainda mitiga, mas não elimina riscos
“Assim como ocorre com a libra, não estamos convencidos de que o avanço nos rendimentos de curto prazo sustente o euro por si só.”
“A correlação entre DXY e spreads de juros enfraqueceu, sendo o Brent quem passa a ter maior influência, o que mantém os riscos de baixa para o EUR/USD ligados ao conflito.”
“A leitura da dinâmica de yields pode limitar a profundidade da queda, e o comportamento de spreads foi bem diferente do observado em 2022.”

