Trumpismo, alavancagem de energia e China — Rabobank

No cenário atual, o Trumpismo influencia a agenda energética dos Estados Unidos, tratando a energia como ferramenta para consolidar uma posição mais assertiva no cenário internacional. Políticas voltadas para incentivar a produção doméstica, reduzir dependências externas e moldar parcerias estratégicas aparecem como pilares da narrativa política.

Ao mesmo tempo, a China reage a esse redesenho geopolítico com estratégias de diversificação de fornecedores, investimentos em tecnologia energética e continuidade na transição para energias mais limpas, o que cria uma nova dança de interdependências no mercado global de energia.

O Rabobank destaca que a volatilidade de preços e as incertezas regulatórias podem afetar mercados, tarifas e cadeias de suprimento. A resposta americana pode tentar pressionar parceiros em acordos comerciais, enquanto a China busca manter o crescimento econômico sem perder eficiência.

Riscos incluem oscilações de preço, tensões comerciais e impactos sobre países emergentes. O relatório aponta oportunidades para acelerar inovação em renováveis, eficiência energética e liquidez do mercado. Governos devem buscar equilíbrio entre segurança energética, competitividade e metas climáticas.