O representante de comércio dos EUA, Greer, anunciou que Washington pretende manter uma relação estável, porém recalibrada, com a China, com foco em tornar o comércio bilateral mais equilibrado e, com o tempo, menor em volume. O déficit em bens com a China caiu cerca de 25%, o que ele descreveu como direção correta.
Greer também destacou questões em curso no âmbito do USMCA, dizendo que ajustes já foram realizados para enfrentar desafios emergentes. Um ponto-chave é assegurar que México e Canadá não se tornem hubs de transbordo para exportações vindas de China, Vietnã ou Indonésia, que buscam contornar restrições comerciais dos EUA.
As declarações refletem o foco contínuo da administração de remodelar cadeias de suprimentos, intensificar a aplicação das regras comerciais e impedir que tarifas sejam burladas por meio de parceiros da América do Norte.
Essas observações reforçam a tendência de um comércio gerido e de regras mais rígidas na região, com um argumento adicional de reduzir a presença comercial da China. Isso traz pressões para diversificar cadeias de suprimento e aumenta a sensibilidade a câmbio asiático. O monitoramento de riscos de transbordo por meio do México e Canadá sugere maior vigilância de conformidade e possível escalonamento de tarifas.