A primeira-ministra Sanae Takaichi afirmou que o governo não está em posição de estabelecer uma nova meta numérica para o salário mínimo nacional, argumentando que seu papel é criar condições que permitam às empresas aumentar os salários acima da inflação.
Takaichi observou que, desde que o governo começou a sinalizar interesse em metas formais de salários, tem enfrentado resistência de empresas em regiões do país, onde pequenos empregadores dizem que aumentos obrigatórios pressionariam margens operacionais já apertadas.
Seus comentários sugerem que Tóquio está adotando uma abordagem mais flexível, orientada pelo crescimento, em vez de impor metas salariais de cima para baixo.