Resumo dos Mercados Europeus da InvestingLive: Dólar Estável Diante do CPI e Ouro Cai

Principais notícias

  • Ao longo da jornada, a espera acabou: observadores acompanham o CPI norte-americano e outras leituras de inflação
  • Distribuição das previsões do CPI: visão geral das projeções de consenso
  • Dólar permanece firme: no aguardo de dados de inflação
  • Ouro recua: momentum de compra enfraquecido
  • Expectativas de juros em evolução: mudanças após os eventos da semana
  • Política fiscal responsável no Japão: Takaichi aponta medidas pró-dinheiro
  • Yuan estável, política cambial: reformas não aprofundam muito a yuan
  • Confiança do consumidor na França: outubro, 90
  • PMI de serviços da zona do euro: 52,6 em outubro, acima do esperado
  • PMI de serviços do Reino Unido: 51,1, acima do esperado
  • Vendas no varejo no Reino Unido: setembro, +0,5% m/m

Mercados em movimento: o dólar lidera, CAD e JPY ficam para trás no dia

  • bolsas europeias recuam, enquanto os futuros do S&P 500 sobem 0,3%
  • rendimentos dos EUA em 10 anos sobem 1,9 pontos-base para 4,008%
  • ouro cai 1,6% para US$ 4.058,29 por onça
  • WTI avança 0,8% para US$ 62,27 por barril
  • bitcoin avança 1,3% para US$ 111.088

À medida que o dia avança, o dólar permanece relativamente firme entre as principais moedas, com pouca volatilidade entre pares, e o USD/JPY próximo de 153,00, próximo de máximas de duas semanas, enquanto o iene se mostra mais fraco nessa semana. O USD/CAD sobe para 1,4023, com ajustes no comércio, e a libra esterlina recua para perto de 1,3300; o AUD/USD também cai para perto de 0,6500. Ainda sem sinais fortes, resta observar os números de inflação que podem aparecer mais tarde.

No restante, as ações exibem tom mais misto, com bolsas europeias ligeiramente no negativo e futuros nos EUA em alta, liderados pelo setor de tecnologia; o humor de risco depende, no fim das contas, do CPI dos EUA para fechar a semana.

No mercado de commodities, ouro e prata recuam diante da volatilidade semanal, mas compradores de queda não desistiram, sem testar ainda de forma relevante a marca de US$ 4.000 por onça nas sessões recentes.

Agora tudo depende do CPI dos EUA para ver se surgem novidades para os participantes, antes de a atenção retornar às manchetes EUA-China e à atuação da autoridade monetária na próxima semana.