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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.



PMI de Manufatura da China cai para 50,8 em março, abaixo do esperado de 51,6

PMI de manufatura da China caiu para 50,8 em março, frente a 51,6 esperado, indicando expansão mais fraca. A leitura ficou aquém do previsto, valorizando a cautela dos mercados. O AUD/USD reagiu, com alta modesta, perto de 0,6915, enquanto o desempenho chinês influencia commodities como o minério de ferro global.



PBOC define taxa de referência USD/CNY em 6,9025 frente a 6,9194 anterior

Nesta quarta-feira, o PBoC fixou a taxa central USD/CNY em 6,9025 para a sessão, ante 6,9194 no ajuste anterior. O texto explica o papel do banco, suas ferramentas de política e o status de bancos privados na China, com perguntas frequentes sobre o tema. Leia para entender o cenário financeiro.


EUR/USD sobe acima de 1,1550 após declarações recentes de Trump

EUR/USD avança pelo segundo dia, próximo de 1,1560, com o dólar enfraquecido diante de tensões no Oriente Médio e notícias sobre possíveis desfechos no conflito com o Irã. O presidente dos Estados Unidos anunciou que retirada pode ocorrer em duas a três semanas, reforçando expectativas de resolução rápida do conflito.


China: Recuperação do PMI é frágil sem apoio – TD Securities

China registrou reagendamento do PMI de março para além 50, impulsionado por avanços de produção e novos pedidos. O otimismo é limitado, pois o crescimento pode piorar sem apoio político forte, com construção ainda em contração e riscos ligados ao cenário externo, que podem impactar investimentos e emprego no prazo.


USD/IDR: Riscos de alta com as ferramentas de liquidez do BI – OCBC

Analistas da OCBC observam o USD/IDR ganhando terreno rumo a 17.000, impulsionado pelo dólar firme, sentimento de aversão ao risco e pressões ligadas ao comércio de petróleo. As novas ferramentas de liquidez do BI podem reduzir volatilidade onshore, sem alterar o âncora estrutural da taxa de câmbio em curto prazo.



KRW: Medidas de afrouxamento em avaliação – BNY

Analistas apontam que o Banco da Coreia pode considerar afrouxamento da política diante de choques no Oriente Médio, priorizando estabilidade de mercado e tolerância à fraqueza do won. O governo pode decretar medidas emergenciais para enfrentar a crise energética, enquanto fluxos de capitais e choques de petróleo ganham holofotes globais.