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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Norges Bank eleva taxa de juros em meio a inflação persistente, aponta Nomura

A Norges Bank elevou inesperadamente a taxa de juros em 25 pontos base para 4,25% em maio, citando frustração com a inflação subjacente persistente. A Nomura agora prevê que não haverá novos aumentos em 2026 e projeta um corte para setembro de 2027, condicional à desaceleração da inflação e ao comportamento do NOK.



GBP/USD: EMA de 20 dias avança e apoia alta em direção a 1.3700

O GBP/USD sobe para perto de 1.3615 com o dólar sob pressão devido ao otimismo com os EUA e Irã. Investidores aguardam dados de emprego dos EUA para orientação sobre a política monetária do Fed, que deve manter a taxa de juros estável em 2026.


Cobre: Geopolítica e tensões na demanda moldam o cenário – ING

Metais industriais, incluindo o cobre, subiram com as esperanças de um acordo EUA-Irã, mas a volatilidade persiste. A ING destaca que o metal segue impulsionado por notícias geopolíticas, com riscos de oferta no Estreito de Hormuz e preocupações com a demanda subjacente.


DXY: Perspectiva de faixa após reversão da guerra – BBH

Brown Brothers Harriman (BBH) aponta que o dólar perdeu todos os ganhos relacionados à guerra, com a fraqueza recente sendo vista como exagerada. O Índice do Dólar (DXY) deve permanecer na faixa de 96.00-100.00 nos próximos meses, mantendo uma visão estruturalmente baixista do dólar devido à credibilidade da política dos EUA e à politização do Fed.



CZK: Postura do CNB sustenta yields – Análise da Societe Generale

Analistas da Societe Generale destacam que o Banco Nacional da República Checa (CNB) deve manter a taxa de política em 3,50%, apesar da inflação subir para 2,5% em abril. O mercado precifica dois aumentos da taxa nos próximos seis meses, mantendo os yields dos títulos de 2 anos elevados.




RBI busca atrair dólar para conter volatilidade do USD/INR, aponta DBS

O Banco Central da Índia (RBI) estuda medidas para atrair mais fluxos de dólar, visando apoiar a rúpia e fechar a lacuna de pagamentos. Ações podem incluir títulos de bancos estatais com swaps, mas recuperação sustentada depende de melhoria nos fluxos de capital.