O USD/INR volta a subir forte, impulsionado por tensões no Oriente Médio, enquanto o mercado digere o ultimato de Trump ao Irã. A rupia indiana continua, com riscos de interrupção no Estreito de Ormuz, e investidores buscam refúgio em ativos seguros diante de novas incertezas com impactos nas importações nacionais.
O par EUR/USD recuou para perto de 1,1540, impulsionado pela demanda por ativos de refúgio e por tensões no Oriente Médio. O dólar avança, os investidores esperam que a inflação permaneça alta e que o Fed mantenha as taxas, enquanto os preços de energia sustentam a pressão sobre o euro.
Mercado de ouro na Índia recuou nesta segunda-feira, com preços caindo em relação à sessão anterior. O ouro foi cotado a 13.251,32 INR por grama e 154.550,80 INR por tola, refletindo ajustes diários. Segundo FXStreet, as cotações são apenas referências e podem variar conforme o mercado local no Brasil, também.
O USD/CHF ganhou fôlego e ficou próximo de 0,7990 durante a sessão europeia inicial desta segunda-feira. Um tom hawkish do Federal Reserve apoiou o dólar frente ao franco suíço, e os operadores vão acompanhar com atenção a evolução no Oriente Médio. O Fed votou 11-1 para manter as taxas de juros na faixa de 3,50% a 3,75% na reunião de março, marcando a segunda reunião consecutiva em que o banco central dos EUA manteve as taxas estáveis após uma sequência de cortes no final de 2025. Oscilações nos preços do petróleo e de energia, alimentadas pela escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã, reacenderam temores inflacionários e levaram traders a revisarem as expectativas de cortes de juros do Fed para o próximo encontro. Técnicas de mercado indicam uma probabilidade de quase 85% de não haver cortes na reunião de abril, segundo a ferramenta CME FedWatch. Por outro lado, o aumento do conflito no Oriente Médio pode favorecer uma moeda de refúgio como o CHF. As autoridades iranianas advertiram que poderiam fechar de vez o Estreito de Hormuz caso Donald Trump mantenha as ameaças de mirar usinas de energia iranianas. A declaração ocorreu poucos dias após Trump alertar que tomaria ações para abrir o estreito dentro de 48 horas.
Prata (XAG/USD) segue em queda pela quinta sessão, aproximando-se de 65,60 dólares por onça conforme o petróleo sobe com tensões geopolíticas. Com o Fed sinalizando austeridade, o cenário corporativo e o câmbio do dólar ajudam a manter o metal como ativo defensivo, mas com volatilidade restrita diante de incertezas inflacionárias.
O GBP/JPY luta para manter a força intradiária modesta, ficando preso entre o suporte recente e a resistência ao redor de 212,00. O USD mais firme, tensões no Oriente Médio e dúvidas sobre intervenções japonesas pesam, enquanto o BoJ sinaliza normalização e o BoE prepara possíveis altas de juros. Sinais.
O dólar segue em alta, próximo a 99,65, impulsionado por tensões no Oriente Médio e pela postura hawkish do Federal Reserve. A escalada geopolítica, a alta dos preços do petróleo e dados de manufatura dos EUA indicam diretriz para curto prazo, com o mercado atento a inflação e política monetária.
NZD/USD permanece sob pressão, com os vendedores controlando o movimento pela segunda sessão consecutiva. A configuração técnica favorece o lado baixista, mantendo os ursos no controle enquanto o preço recua para perto de 0,58. Fatores macroeconômicos, como PIB da NZ e a postura do RBNZ, ampliam o viés negativo atual.
Os mercados de ações da Ásia caem abruptamente no início da semana, pressionados por conflitos no Oriente Médio e pelas informações de que o Irã pode fechar indefinidamente o Estreito de Hormuz. Investidores temem impactos no abastecimento de energia e no crescimento econômico da região para os próximos dias incertos.
Ouro continua sob pressão diante de sinais de aperto monetário global, com bancos centrais buscando normalizar políticas. Enquanto tensões geopolíticas persistem, o metal se sustenta próximo de 4.300 dólares. Recuperação expressiva parece improvável; as análises técnicas indicam risco de queda abaixo de suportes importantes, com resistências limitando avanços no prazo.