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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.




WTI cai abaixo de US$ 102,00 após Trump cancelar ataques ao Irã

O petróleo WTI recuou para perto de US$ 101,85 na sessão asiática da manhã. Trump afirmou que cancelou ataques planejados ao Irã a pedido de aliados do Golfo. A tensão no Estreito de Hormuz mantém o mercado em alerta, com os traders aguardando o relatório da API.


RBA: Risco de elevação das expectativas de inflação está acentuado

A vice-presidente do RBA, Sarah Hunter, alertou que o aumento dos custos energéticos pode se transmitir rapidamente aos preços ao consumidor, elevando o risco de uma mudança significativa nas expectativas de inflação. A economia doméstica já está sob pressão, e o conflito no Oriente Médio representa um choque externo claro.



Dólar australiano: a estratégia agressiva está ficando lotada

O AUD/USD recuperou terreno, mas a posição comprada especulativa atingiu máximas de 13 anos. Com o RBA provavelmente subindo juros, o mercado já precifica grande parte da movimentação. Os próximos relatórios de emprego e atas do banco central serão cruciais para definir se a tendência tem fôlego ou se uma reversão é iminente.


Iene japonês apaga em silêncio o ganho da intervenção

O iene perdeu metade dos ganhos das intervenções de abril, com o USD/JPY voltando a se aproximar de 160. Dados do PIB japonês e do FOMC serão decisivos para a trajetória da moeda, enquanto o BoJ mantém postura cautelosa.


Libra sobe com a queda dos títulos britânicos enquanto Westminster balança

A Libra recuou para 1,33 e recuperou para 1,3450, revertendo perdas da semana. O BoE está dividido entre falcões e pombas, com dados de emprego e CPI testando a postura agressiva. A alta dos rendimentos dos títulos impulsiona a moeda, apesar da instabilidade política em Westminster.


Ouro recua acima de US$ 4.550 com o dólar americano enfraquecido

O ouro recupera terreno e negocia perto de US$ 4.565 na sessão asiática da manhã. O dólar em baixa apoia o metal precioso, mas o potencial de alta pode ser limitado por preocupações com inflação e expectativas de política monetária mais restritiva devido à guerra no Irã.