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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Choque energético nos EUA complica o caminho da Fed

O choque energético nos EUA elevou a inflação, impulsionado pela alta dos combustíveis ligada a tensões no Oriente Médio. Mesmo com o núcleo da inflação estável, a previsão aponta inflação total próximo de 4% em maio e uma manutenção das taxas de juros pela Fed até o final de 2026.


USD/JPY: Rebote limitado em 159,60 com risco de queda para 157,50 – UOB

Economistas do UOB preveem leve alta do USD/JPY no curto prazo, após recuperação de sobrevenda, mas ganhos limitados acima de 159,60. Em 1–3 semanas, há possibilidade de testar 157,50 enquanto 159,60 resistir; quebra de 158,65 pode indicar nova faixa lateral, mantendo o downside risco. O cenário permanece sensível a movimentos.


Mercado de trabalho no Canadá estabiliza com melhoria gradual, aponta RBC

O mercado de trabalho canadense mostrou sinais de estabilização em março, com ganho modesto de empregos e desemprego estável em 6,7%. A desaceleração da força de trabalho, puxada pelo crescimento populacional fraco e pelo envelhecimento demográfico, favorece a queda da taxa de desemprego, com melhorias graduais esperadas até 2026, conforme


Petróleo: Demanda por combustível automotivo e mudanças de comportamento – UBS

Economista da UBS analisa como preços visíveis de combustíveis moldam o comportamento dos consumidores em grandes economias, destacando que, embora os EUA vejam gasolina acima de quatro dólares por galão como crise, a demanda no Reino Unido, EUA, Alemanha e França permanece estável ou menor desde 2015; no período anterior.



EUR/USD: Risco de alta na faixa entre 1,1680 e 1,1780, aponta Scotiabank

Analistas da Scotiabank dizem que o euro segue consolidando próximo de 1,17, com riscos de alta limitados entre 1,1680 e 1,1780, apoiado por spreads de rendimento favoráveis e menor demanda por proteção, enquanto o momentum técnico indica impulso positivo de curto prazo. Mercados observam resistência próxima de 1,18 ainda hoje.


NZD: Precificação hawkish é vista como exigente, aponta OCBC

Analistas da OCBC dizem que o NZD subiu diante do tom hawkish do RBNZ e da queda dos riscos petrolíferos, mas o aperto pode estar precificado demais. Com produção negativa e crescimento, o NZD deve ficar atrás do AUD, com altas previstas apenas para ainda o 4º trimestre de 2026.


Euro: voto na Hungria é visto como apoio moderado – Rabobank

Especialista da Rabobank afirma que a eleição parlamentar na Hungria pode ter impactos positivos para o euro se Viktor Orbán perder o poder, abrindo espaço para um governo liderado por Peter Magyar. Isso poderia reduzir a obstrução de decisões da UE e o apoio à Ucrânia, sem prometer mudanças radicais.


Polônia: postura neutra do NBP sustenta o złoty estável – ING

Pesquisadores da ING esperam que o NBP mantenha a linha de juros em 3,75% após a reunião de abril, destacando uma postura neutra do MPC. Decisões devem refletir preços da energia, geopolítica, política fiscal e salários, com alta de juros improvável sob as condições atuais, mantendo a estabilização do zloty.