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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


AUD/USD sobe com a reabertura do Estreito de Hormuz e alívio para temores de choque no petróleo; sentimento de risco melhora

O AUD/USD avançou rumo à região de 0,7200 na sexta-feira, impulsionado por manchetes mais otimistas do Oriente Médio que reduziram a pressão sobre o dólar e apoiaram moedas sensíveis ao risco, como o AUD. A percepção de risco melhora, o dólar enfraquece e ativos sensíveis ao risco ganham fôlego, com o humor do mercado favorecendo moedas de risco.



SEK: Crescimento e fluxos superam preocupações com carry, diz Nordea

Analistas da Nordea veem a SEK ganhando impulso com crescimento e fluxos de ações, dando menos peso ao carry; melhoria de humor, rotação de ativos dos EUA para a Suécia e uma Riksbank estável sustentam a visão de recuperação dos fundamentos da moeda sueca, com aportes de investidores domésticos internacionais.


Irã pode fechar o Estreito de Ormuz caso o bloqueio naval dos EUA persista

Autoridades iranianas citadas pela Fars News afirmam que, se o bloqueio naval dos EUA persistir, Teerã pode encerrar o Estreito de Ormuz como violação do cessar-fogo; o mercado reagiu com queda modesta do dólar, refletindo volatilidade no petróleo e no comércio global. Analistas destacam incerteza sobre danos à oferta continua.


EUR/USD avança com a reabertura do Estreito de Hormuz; petróleo recua

O euro avança frente ao dólar nesta sexta-feira, impulsionado pela reabertura do Estreito de Hormuz pelo Irã e pela recuada do petróleo, sinalizando alívio para as pressões inflacionárias. O dólar perde terreno, os contratos de petróleo recuam, e os investidores aguardam novas informações diplomáticas para sinais futuros de política monetária.


FX Asiático: Superávits sobem sem força cambial – Commerzbank

Commerzbank aponta que elevados superávits comerciais acontecem em China, Taiwan e Coreia do Sul, enquanto as moedas dessas economias permanecem fracas frente ao euro e, no caso do won, também frente ao dólar. Intervenções cambiais constantes mantêm taxas reais baixas, pressionando déficits globalmente e ameaçando o crescimento em economias menores.


Alemanha: o choque com a China mostra uma virada ainda incerta – Deutsche Bank

Especialistas apontam que o choque comercial com a China continua influenciando a indústria alemã, com o déficit com a China atingindo patamar histórico e superando o excedente com os EUA. A competitividade de preços da Alemanha contra a China parece estabilizar, após quedas impulsionadas pelo euro e pela inflação chinesa.



Energia: Choque de inflação mais suave esperado – BNP Paribas

Um economista do BNP Paribas analisa o choque atual de energia, comparando com 2022. Segundo a avaliação, demanda mais fraca e menor aperto na oferta devem reduzir pressão inflacionária e danos ao crescimento. Bancos centrais devem reagir rapidamente para conter efeitos de segunda ordem e defasagens de transmissão cotidiana também.