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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

USD/BRL: calibração do BCB sustenta o Real

Analistas do Societe Generale destacam que o Banco Central do Brasil mantém o foco na meta de inflação de 3% e descrevem o corte de 25 pontos-base em março como início de uma calibração, não de cortes adicionais, mantendo flexibilidade dependendo dos dados até a próxima reunião COPOM em abril.


GBP/USD reage e sobe rumo a 1,3530 com o dólar em recuo

GBP/USD recupera terreno após o início da semana em baixa, enquanto tensões no Oriente Médio aumentam. O dólar recua um pouco, e o par fica próximo de 1,3530. Analistas destacam riscos geopolíticos, além de aguardarem dados econômicos relevantes e o humor do consumidor no Reino Unido em um ponto de virada.





Brent: Oscilações Voláteis com o Risco do Irã

Analistas do Deutsche Bank dizem que o Brent continua volátil devido às tensões com o Irã e aos bloqueios no Estreito de Hormuz. O petróleo recuou na sexta, mas já voltou a subir, permanecendo sensível a rumores de cessar-fogo e às probabilidades de navegação. O otimismo recente pode ser frágil.


GBP/USD: Semana carregada de dados com riscos políticos – Scotiabank

Analistas da Scotiabank destacam que a libra se mantém estável diante do dólar após reagir às tensões EUA–Irã. A agenda britânica traz dados de emprego, CPI, PMI e varejo, enquanto o mercado avalia o retorno de riscos políticos. Técnicas sugerem uma libra oscilante entre 1,3480 e 1,3580 com volatilidade futura.


GBP: Riscos políticos e rendimentos pesam – MUFG

O GBP tem acompanhado o desempenho fraco do dólar e do euro, com o par GBP/USD próximo de 1,35 e EUR/GBP em torno de 0,87. A fraqueza britânica deriva de rendimentos internos mais baixos e de incertezas políticas locais, que podem ampliar a volatilidade no curto prazo nos próximos dias.


EUR/USD: Pesquisas e postura do BCE limitam alta, ING

ING destaca uma semana movimentada de falas do BCE antes do blackout, com autoridades sinalizando disposição para subir juros, se necessário, mas mantendo a preferência por tempo adicional. O mercado descartou a alta de 30 de abril e atribui probabilidade de 50% a um reajuste em junho, também conforme esperado.


BoJ: Momento de alta de juros e dados em foco – Rabobank

Analistas do Rabobank destacam que os sinais hawkish de Ueda foram atenuados por comentários mais cautelosos durante as reuniões do FMI, mantendo dúvidas sobre um aumento de juros em abril. A maioria dos observadores do BoJ ainda espera aperto até o fim de junho, com salários reais mais fortes e dados de CPI sendo entradas-chave para política.