Notícias

Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Kazimir do BCE: Não há tempo nem necessidade de calibrar ou complicar a política monetária

O BCE mantém postura cautelosa diante de desvios moderados da inflação, destacando equilíbrio entre inflação e atividade econômica. A próxima decisão pode seguir qualquer direção, dependendo dos sinais recebidos, enquanto a maioria dos membros sustenta neutralidade e não reage a variações globais de prazo em relação à meta de 2%.


China: Tensões comerciais devem ter peso no crescimento de outubro, aponta Standard Chartered

Analistas da Standard Chartered avaliam que as tensões comerciais pressionaram o crescimento da China em outubro, com contributos mistos de produção industrial, varejo e investimentos. Mesmo diante de sinais de desaceleração, a instituição aponta potencial para políticas de estímulo moderado aliviar parte da frustração do mercado e da manufatura global.


Óleo: OPEC+ sinaliza pausa no aumento de oferta – ING

OPEC+ sinaliza pausa nos aumentos de oferta, enquanto a ING analisa impactos sobre os preços do petróleo. O equilíbrio entre oferta e demanda tende a se manter, sem novos estímulos abruptos. O mercado reage com volatilidade moderada, atento a tensões geopolíticas, estoques e perspectivas globais de demanda pelos próximos meses.


USD/CAD: Um vislumbre de esperança para o Canadá – Commerzbank

Um repique modesto do USD/CAD sugere que o dólar canadense pode encontrar suporte após quedas recentes. Analistas apontam avanços potenciais com demanda global estável, movimentos de commodities e ajustes de política monetária, sinalizando uma janela de otimismo cauteloso para o Canadá diante de pressões externas e domésticas e cenário volátil.


China avalia restrições à capacidade de fundição de cobre – Commerzbank

Análise da Commerzbank aponta que Pequim estuda impor limites à capacidade de fundição de cobre, buscando reduzir excedentes. Mudanças regulatórias podem afetar preços, fornecimento global e cadeias de suprimentos, com impactos para produtores, consumidores e mercados de metais emergentes. Especialistas ressaltam riscos de volatilidade e necessidade de planejamento estratégico atual.


DXY: Short squeeze do dia – OCBC

Ontem, o dólar passou por um repique de alta impulsionado por fluxos de curto prazo, apesar de indicadores fracos. A OCBC aponta que o movimento de aperto pode sinalizar resistência recente, com traders ajustando posições antes de dados macro importantes. Analistas destacam volatilidade e oportunidades de curto prazo no DXY.


EUR/USD: Desempenho incomum de moedas de mercados emergentes, segundo a Commerzbank

Segundo a Commerzbank, o EUR/USD mostra um desempenho incomum frente às moedas de mercados emergentes: não apenas o par principal oscila, mas várias divisas emergentes sobem com mais força do que o esperado. Fatores como terreno de juros, volumes de capitais e demanda por ativos de risco explicam o movimento.


PMI final de manufatura do Reino Unido em outubro fica em 49,7, ante 49,6 preliminar

O PMI final de manufatura do Reino Unido para outubro mostrou recuperação da produção pela primeira vez em um ano, mas o impulso pode ser efêmero, com demanda doméstica e externa fracas pressionando o desempenho, enquanto estoques acumulados e encomendas atrasadas sustentam parte do ganho e incerteza sobre demanda futura.


Simkus do BCE: a inflação deve se mover apenas marginalmente em relação à meta

Observadores esperam novas pistas sobre a inflação em dezembro, quando dados adicionais devem esclarecer a trajetória. Simkus já havia falado na sexta-feira e não trouxe novidades significativas. Adota uma postura mais dovish, porém sinaliza manter a taxa de política monetária estável por enquanto, sugerindo cautela diante do cenário atual global.


EUR: Volatilidade em recuo – ING

A volatilidade do euro está em queda acentuada, segundo a instituição financeira ING. Com dados de inflação sob controle e sinais de estabilidade nas reservas, o humor dos investidores se tornou mais contido. O recuo sugere faixas de negociação mais estreitas e menos oportunidades de grandes movimentos no curto prazo.