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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Mais um motivo para repensar o negócio de IA

Pela pressão do mercado, o setor de IA enfrenta riscos além de chips. O foco não é apenas tecnologia, mas infraestrutura. Nadella disse que o desafio atual é energia, não excesso de computação, com data centers precisando de shells adequadas. Sem acesso estável a energia, o crescimento da IA desacelera.


O sentimento de risco continua mais cauteloso na manhã europeia

Mercados europeus pela manhã mostram cautela, com futuros dos EUA em queda leve e sob gestão de risco moderado. Bitcoin recusa recuar, o dólar se estabiliza, e tensões comerciais entre EUA e China desafiam previsões. A volatilidade persiste, especialmente entre gigantes de IA como Nvidia. Pressionando investidores a reavaliar posições.


NZD/USD: O suporte em 0,5600 é pouco provável de ser rompido, segundo o Grupo UOB

NZD/USD permanece estável frente ao suporte de 0,5600, que, conforme o Grupo UOB, é improvável de ser quebrado. Expectativas indicam consolidação, com resistência inicial por volta de 0,5700 e suporte secundário próximo a 0,5550, sugerindo um piso firme e um intervalo limitado para movimentos futuros, ênfase na gestão de risco.


Nagel do BCE: Devemos ficar atentos à inflação, mas sem complacência

Especialistas afirmam que o BCE mantém vigilância sobre a inflação, sem demonstrar complacência. O banco ainda sinaliza espaço para cortes, mas impõe condições rigorosas, enfatizando que desvios menores ou de curto prazo não devem levar a mudanças rápidas na política monetária nem a previsões otimistas sem fundamentos ou decisões precipitadas.


Villeroy de Galhau: o BCE não está em posição fixa, precisamos de plena flexibilidade

Villeroy de Galhau sinaliza que o BCE não está preso a uma posição rígida, defendendo amplas opções de política. Mesmo com dados positivos que mostram melhoria econômica, ele indica abertura para novos cortes, destacando a necessidade de flexibilidade diante de cenários que podem exigir ajustes graduais e oportunos no tempo.


AUD/USD pode cair ainda mais para 0,6465 – Grupo UOB

Analistas do Grupo UOB sinalizam que o par AUD/USD pode recuar ainda mais, atingindo aproximadamente 0,6465. O tom de mercados aponta para pressão de venda, com o dólar americano fortalecendo diante de fatores macro e incertezas globais, enquanto resistências em torno de 0,65 limitam movimentos de alta e mantêm cautela.


GBP/USD estende queda após romper o suporte em 1,3140 — Société Générale

Mercado cambial observa o GBP/USD em trajetória de queda após a quebra do suporte em 1,3140, com traders revisando objetivos e potenciais próximos níveis de apoio. Analistas destacam pressão de venda, deterioração de momentum e a necessidade de confirmação de novos mínimos para confirmar a direção no curto prazo possível.


USD/BRL encontra suporte na base do canal em 5,27 a097 a0  – Société Générale

USD/BRL mostra suporte na base de um canal de baixa em torno de 5,27, segundo o Société Générale. O impulso de alta depende de romper resistência em 5,33-5,35. Favorecidos fatores estruturais, como diferencial de juros e cenário externo, sustentam a recuperação, enquanto quedas adicionais permanecem sob monitoramento pelas autoridades financeiras.


PPI da Zona do Euro em setembro fica em -0,1% frente a -0,0% esperado mês a mês

Em setembro, o PPI da Zona do Euro ficou em -0,1% na comparação mensal, contra expectativa de -0,0%. Excluindo energia, as tarifas dos produtores mostraram estabilidade, com aumentos em bens duráveis (+0,2%) e bens de consumo não duráveis (+0,1%), enquanto bens intermediários recuaram (-0,1%). A leitura destaca dinamismo setorial e volatilidade.


China proíbe chips de IA estrangeiros para centros de dados financiados pelo Estado

China decidiu impedir a aquisição de chips de IA estrangeiros para centros de dados financiados pelo governo, citando segurança de informação e controle de cadeia de suprimentos. A medida visa acelerar o desenvolvimento local de semicondutores e manter o domínio tecnológico, reduzindo dependências externas e fortalecendo políticas de soberania digital.