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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.




GBP/USD sobe para 1,3440; dados fortes do Reino Unido compensam fraqueza dos EUA

GBP/USD volta a subir, alcançando 1,3440, com dados do Reino Unido impulsionando o câmbio e reduzindo a pressão sobre o dólar. A agenda dos EUA trouxe recuo de vagas, enquanto o PMI de serviços britânico surpreendeu positivamente, aliviando temores fiscais. O BoE sinaliza cautela diante da inflação persistente e expectativas.


Carney: O próximo orçamento do Canadá terá foco em austeridade e investimentos

O próximo orçamento do Canadá, segundo rumores, deve combinar austeridade com investimentos estratégicos. Caminha-se para cortes de cerca de 15% em despesas de qualquer departamento, sem afetar transferências a províncias para educação ou a indivíduos. O governo afirma que os gastos atuais não são sustentáveis e aponta negociações internacionais globais.


Ouro amplia a alta e atinge novo recorde acima de US$ 3.560

O ouro continua em alta, atingindo novo recorde acima de US$ 3.560, com o dólar enfraquecido e fluxos de proteção beneficiando o metal. Analistas destacam que cortes de juros e tensões geopolíticas sustentam o movimento, enquanto o ouro permanece favorito em tempos de incerteza econômica global em mercados globais atuais.


Inflação ainda é a principal preocupação do Fed, diz Bostic

Raphael Bostic, presidente da Fed de Atlanta, disse que a inflação continua sendo o principal risco para a política monetária, embora sinais de fraqueza no mercado de trabalho indiquem espaço para um corte de 0,25 ponto percentual neste ano. A estabilidade de preços permanece prioridade, apesar das incertezas sobre comércio.


Bostic do Fed: Corte de 0,25 ponto ainda é provável neste ano

Analistas veem apenas um corte de 0,25 ponto na taxa de juros ainda neste ano, sinaliza a cautela sobre o consumo e a resposta das empresas às tarifas. A expectativa é de política não excessivamente restritiva, com incertezas sobre o impacto do comércio e a evolução do mercado de trabalho.


Pedidos de fábrica dos EUA em julho caem 1,3% frente à expectativa de -1,4%

Resumo: Pedidos de fábrica nos EUA em julho caíram 1,3% frente à expectativa de recuo de 1,4%. O dado anterior indicou queda de 4,8%. Ainda assim, houve sinais de resistência: pedidos de bens duráveis sem transporte, e de capital não destinado à defesa, subiram, indicando demanda moderada e continuidade parcial.


Aberturas de vagas JOLTS nos EUA em julho: 7,181 milhões contra 7,378 milhões esperadas

Em julho, as aberturas de empregos nos EUA, segundo o JOLTS, ficaram em 7,181 milhões, abaixo das expectativas de 7,378 milhões. A leitura anterior foi de 7,44 milhões, o que indica uma queda em relação ao mês anterior. O cenário sugere que empresas estão moderando contratações diante das condições econômicas atuais em meio a incertezas.