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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


Japão: taxa de desemprego em outubro fica em 2,6% (previsão 2,5%, anterior 2,6%)

Em outubro, o Japão manteve a taxa de desemprego em 2,6%, com o mercado de trabalho ainda restrito e uma recuperação gradual. A relação vagas/candidatos ficou estável em 1,18, perto do esperado, enquanto investidores aguardam o CPI de Tóquio para novembro, que pode influenciar decisões de política monetária em breve.



Queda da indústria da Coreia do Sul em outubro, varejo e serviços mostram resiliência

A Coreia do Sul mostrou um quadro misto em outubro: indústria em queda acentuada, varejo em alta e serviços estáveis, sugerindo consumo privado mais resiliente apesar da fraqueza manufatureira e de possíveis gargalos globais. Essas condições sinalizam riscos contínuos, porém com consumo doméstico atuando como amortecedor da atividade econômica interna.


S&P alerta que as finanças do Reino Unido permanecem vulneráveis, mesmo com novas medidas de arrecadação no orçamento

Analista alerta que as finanças públicas do Reino Unido permanecem sob pressão, mesmo com medidas de arrecadação do orçamento. O cenário envolve gastos estruturais elevados, crescimento fraco e riscos de consolidação fiscal no médio prazo, com déficits desacelerando, mas vulnerabilidade da dívida mantendo pressões sobre a nota soberana do país.



O afrouxamento do Fed reacende estratégias clássicas de rotação, com investidores mirando além das megacaps de IA

A expectativa de cortes do Federal Reserve tende a redistribuir a liquidez, ampliando a rotação de capitais. Investidores passam a favorecer mercados emergentes e setores industriais, deixando para trás as megacaps de IA. Especialistas apontam que a diversificação reforça a resiliência diante de um ciclo econômico mais equilibrado e sustentável.


Dados da Nova Zelândia: Confiança do Consumidor de Novembro Avança para 98,4 (2025)

Nova Zelândia: a confiança do consumidor aumentou 6,5% em novembro, chegando a 98,4, o maior nível desde junho. Embora haja otimismo, persiste cautela sobre grandes compras futuras e inflação está estável em torno de 5,2%. O mercado reage com cortes de juros anunciados pelo banco central e novas políticas econômicas.



Ouro fica estável em negociação contida com aumento da convicção de corte do Fed

O ouro ficou estável durante a sessão, com os investidores ajustando posições diante da convicção crescente de que o Federal Reserve pode diminuir as taxas em breve, apoiando a demanda por ativos de refúgio e limitando quedas em bolsas. Enquanto também repercute a inflação e as projeções de crescimento mundial.