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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Deutsche Bank prevê cortes da Fed em setembro, outubro e dezembro deste ano

O Deutsche Bank revisou suas perspectivas sobre a política monetária dos EUA, projetando três cortes de 0,25 ponto percentual pelo Fed neste ano, um em cada reunião de setembro, outubro e dezembro. O economista-chefe aponta que, embora o cenário principal não conte com alívio em 2026, riscos sugerem reduções adicionais.



Trump diz que está disposto a impor sanções à Rússia, e a Europa também precisa agir

Trump sinalizou estar disposto a impor sanções contra a Rússia e pediu que a Europa também tome medidas firmes. Ele defende coordenação transatlântica, recomenda evitar compras de petróleo russo e criticou o desempenho da política econômica interna, destacando possíveis substitutos para a presidência do Fed, com tensões geopolíticas crescentes globais.




PMI de Serviços da Nova Zelândia em agosto fica em 47,5, queda ante 48,9

Em agosto, o PSI de serviços da Nova Zelândia ficou em 47,5, mantendo o setor em contração por 18 meses. O texto destaca pressões inflacionárias, altas taxas de juros e confiança do consumidor fraca, além de custos operacionais elevados e interrupções na cadeia de suprimentos, sinalizando cautela econômica persistente. Global.



Força do yuan do PBoC impulsiona rali de moedas emergentes com o Fed em perspectiva de alívio

Analistas apontam que a força crescente do yuan, guiada pelo PBoC, está redefinindo o humor nos mercados emergentes, com impactos visíveis no câmbio da Ásia e da América Latina. O movimento facilita políticas monetárias regionais, impulsiona a internacionalização da moeda chinesa e sustenta uma tendência de desdolarização global em mercados.



Morgan Stanley prevê quatro cortes do Fed até janeiro, além de mais dois em 2026

Morgan Stanley projeta cortes do Fed ao longo de quatro encontros consecutivos até janeiro, com mais dois cortes previstos para 2026, refletindo condições de mercado que dão espaço para afrouxar a política monetária com maior velocidade e pressionam empregos, inflação e perspectivas econômicas globais no curto e no médio prazo.