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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Ouro recua por ora, mas permanece nos patamares elevados

O ouro recua por ora, porém segue elevado, mantendo-se próximo de máximas históricas. A arrancada desde 2023 mostra ganho acelerado, com a recuperação de 2.000 para 3.000 dólares em 16 meses e a distância até 4.000 ainda encurtando. Analistas aguardam correção eventual, guiados pela temporada e por fatores sazonais atuais.



Banco Mundial eleva previsão do PIB da China para 2025 a 4,8%

O Banco Mundial elevou a projeção de crescimento do PIB da China para 2025, estimando 4,8%, com perspectiva de 4,2% em 2026. A revisão representa um impulso considerável frente ao cenário de abril, quando as previsões apontavam 4,0% para ambos os anos. As condições globais parecem mais estáveis no momento.


Quais são os principais eventos de hoje?

Na sessão europeia, a agenda é tranquila, com poucos lançamentos de baixo peso. Nos EUA, destaque fica com o relatório NY Fed de expectativas de inflação, mas raramente move o mercado, pois é divulgado após dados da UMich e Conference Board. O cenário deve seguir consolidado até NFP e CPI.


Preços de casas da Halifax no Reino Unido em setembro caem 0,3% vs 0,2% m/m previsto

Em setembro, os preços médios de imóveis no Reino Unido caíram para £298.184, marcando queda mensal. A variação trimestral permanece positiva em 0,4% e a anual continua com ganho de 1,3%. Apesar da desaceleração, a Halifax indica estabilidade e prevê crescimento modesto até o fim do ano, com acessibilidade melhorando.



Nova alta da taxa do BOJ agora esperada em dezembro, segundo a SocGen

A Société Générale revisou sua projeção sobre a reunião de política japonesa após resultados eleitorais, apontando riscos de shutdown nos EUA e cenário fiscal mais expansionista. A leitura aponta que o BOJ pode adiantar um reajuste de juros para dezembro, com possibilidades de atraso para janeiro. Segundo a visão interna.


Mais um mês, mais uma rodada de compra de ouro pela China

China acelera reservas de ouro, sinalizando diversificação monetária frente ao dólar. Dados indicam continuidade do aumento de ativos dourados oficiais, com metas que, se atingidas, posicionariam Pequim como segundo maior detentor de ouro. Comunicado sugere prudência, mantendo planos reservas no radar público. A tendência reforça foco em diversificação de ativos.