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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Pode a paz gerar mais paz e a tendência continuar?

O acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas representa um avanço significativo na direção da paz. O texto prevê libertação de reféns, liberação de prisioneiros e ajuda humanitária, mas questões cruciais como desarmamento, governança de Gaza e a duração do cessar-fogo permanecem em aberto, gerando ceticismo sobre uma paz duradoura.


Enquanto os EUA continuarem sem dados, Fedspeak e lucros serão o foco

Com poucos dados econômicos regionais nos EUA, a semana será dominada por falas de dirigentes do Fed e pela temporada de resultados. Além de índices manufatureiros regionais, o mercado acompanhará pronunciamentos de governadores e o Beige Book, enquanto bancos e grandes empresas divulgam lucros do trimestre para os investidores hoje.


Bessent do Tesouro dos EUA: tarifas de 100% não precisam acontecer

Em entrevista recente, Bessent, membro do Tesouro dos EUA, afastou a ideia de impor tarifas de 100% de forma automática. O funcionario ressaltou que políticas comerciais podem variar, defendendo avaliações técnicas, alternativas estratégicas e negociações aprofundadas para evitar medidas protecionistas extremas que prejudicariam consumidores e empresas nacionais no curto prazo.


Ouro amplia rali recorde enquanto tensões comerciais EUA-China abalam os mercados

O ouro segue em alta, impulsionado por tensões entre EUA e China e pela busca por proteção em meio a incertezas. Investidores repassam capital para ativos seguros, enquanto o dólar oscila e as bolsas reorientam estratégias. O metal precioso amplia recorde e mantém o foco na inflação e nas expectativas.


US Bessent: Tarifas de 100% não precisam acontecer

A relação EUA-China permanece estável, com sinais de prudência nas licenças. Embora Bessent tenha destacado diversas opções, não é inevitável aplicar tarifas de 100%. O cenário sugere desescalada como prioridade, mantendo cartas na mesa e medidas sensatas para corrigir o curso sem prejudicar o comércio e apoiar o crescimento conjunto.


NZD/USD: Possibilidade de testar 0,5710 – Grupo UOB

O par NZD/USD pode testar o nível de 0,5710 caso haja impulso vendedor sustentado, segundo a análise do Grupo UOB. Autoridade de juros e dados de risco influenciam o movimento, com suporte próximo em 0,5650 e resistência em 0,5770. Traders permanecem cautelosos diante de volatilidade recente no mercado nesta sessão.


Momentum positivo no USD/BRL ganha força, segundo Société Générale

O cenário USD/BRL mostra andamento firme, com sinais de sustentação em patamares favoráveis para compradores. Analistas destacam apoio de fatores externos, como crescimento global e volatilidade controlada, aliado a fatores internos de política monetária. A expectativa é de continuidade do fortalecimento gradual da moeda brasileira frente ao dólar a seguir.


USD/JPY: Provável manter faixa entre 151,30 e 152,70 — Grupo UOB

Segundo o Grupo UOB, o USD/JPY tende a negociar entre 151,30 e 152,70, mantendo uma faixa estável enquanto investidores aguardam dados básicos. O retorno de operações dependerá de sinais de volatilidade. Traders devem focar em suportes próximos e resistências claras. Rompimento confirmado guiará entradas mais precisas no curto prazo agora.


USD/CNH: Provável faixa de negociação entre 7,1280 e 7,1500, diz o Grupo UOB

O USD/CNH deve oscilar dentro de uma faixa estreita entre 7,1280 e 7,1500, conforme o Grupo UOB. O cenário sugere consolidação diante de dados macroeconômicos mistos, com riscos de breakout limitado. Traders devem observar os níveis-chave 7,1280 e 7,1500 para sinais de direção. Mantêm cautela diante eventos de política.