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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


Quem está no calendário de resultados após o fechamento

É uma semana decisiva para os resultados das empresas americanas, com nomes divulgando números ao longo da semana: Microsoft, Apple e Meta na quarta-feira, seguidos por Apple e Amazon na quinta-feira. Indicadores macroeconômicos apontam o humor do mercado, enquanto ações como NXP, Cadence e Nucor ajudam a entender o cenário.


FX Hoje: A cautela deve prevalecer diante das reuniões de bancos centrais

Mercados de câmbio estão operando com cautela nesta semana, conforme investidores acompanham as sinalizações dos bancos centrais. Incertezas sobre política monetária, inflação e o ritmo de aperto ajudam a manter a volatilidade, mesmo com ganhos pontuais em algumas moedas de mercados emergentes, para investidores. O cenário atual demanda cautela adicional.



Amazon pode cortar 30 mil empregos corporativos, começando nesta terça-feira

A gigante do varejo planeja reduzir até 30 mil cargos administrativos, iniciando nesta terça. A medida visa cortar despesas, com a Reuters citando fontes internas. Embora represente uma parcela da força de trabalho, o movimento aponta para foco em eficiência e narrativa de IA em meio ao mercado volátil hoje.


Ameaça de tarifas de Trump contra o Canadá pode ser um grande erro estratégico

Próxima semana, advogados discutem o uso dos Poderes de Emergência Econômica Internacional para impor tarifas, em meio à controvérsia sobre o papel da Suprema Corte. O caso aborda soberania tarifária, influência política e impactos no mercado, além de refletir sobre o possível futuro político de Trump em uma dinâmica complexa.


Futuros do petróleo fecham em US$ 61,31

Futuros do petróleo fecharam em US$ 61,31, com leve queda de 0,19 dólares. A mínima chegou a US$ 60,67, enquanto a cotação permaneceu perto do centro da faixa. No gráfico de 4 horas, observa-se variação em torno da média móvel de 200 períodos em US$ 61,55, ressaltando a volatilidade recente.




Vamos acelerar as lições de tarifas do século XX?

A discussão sobre tarifas no aço mostra o ponto central da briga comercial: proteger a capacidade industrial sem fechar o mundo. A lição do século XX foi clara: construir blocos comerciais com interesses alinhados costuma ser mais eficaz que isolar mercados e enfrentar monopólios domésticos em uma economia global interconectada.