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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Taiwan: Crescimento econômico forte impulsionado por exportações – UOB

Taiwan mantém trajetória de crescimento sólido impulsionada pelas exportações, com setores tecnológicos e automotivos fortalecendo o desempenho externo. Analistas destacam estabilidade macroeconômica, demanda global resiliente e inovação como motores-chave, enquanto políticas monetárias conservadoras ajudam a sustentar o avanço econômico e a competitividade internacional da ilha, e atraem investimento estrangeiro qualificado.


Presidente dos EUA corta tarifas da Índia para 18% enquanto Nova Délhi concorda em encerrar compras de petróleo russo

O acordo entre Washington e Nova Délhi redefine tarifas e petróleo russo, sinalizando uma nova fase nas relações regionais, com a Índia buscando equilíbrio entre incentivos comerciais e segurança energética. Mercados reagem à mudança, enquanto analistas avaliam impactos sobre preços, investimentos e geopolítica global. Perguntam-se efeitos a curto prazo também.


Presidente dos EUA, Donald Trump, anuncia a criação de reserva de minerais críticos

O governo americano anunciou a criação de uma reserva estratégica de minerais críticos, visando fortalecer a cadeia de suprimentos, reduzir dependências externas e assegurar continuidade na produção de tecnologia, defesa e energia renovável, com foco em lítio, cobre, níquel e terras-raras, promovendo investimento público-privado e controle nacional para empregos estáveis.


NZD/USD consolida abaixo de máximas de sete meses antes de dados de emprego

NZD/USD permanece em consolidação abaixo das máximas de sete meses, enquanto o mercado aguarda dados cruciais de emprego para confirmar a próxima direção. A cautela aumenta com a possibilidade de volatilidade após a divulgação dos números, e traders monitoram suportes técnicos, níveis de resistência e sinais de inflação e crescimento.


USD/JPY ganha força acima de 155,50 com dados dos EUA fortalecendo o dólar

O USD/JPY avança acima de 155,50, impulsionado por dados dos EUA fortes que o esperado, fortalecendo o dólar. O movimento sinaliza confiança dos investidores, que acompanham indicadores de inflação e atividade econômica, enquanto o par se aproxima de níveis técnicos-chave e influencia estratégias de hedge e posicionamento no mercado cambial.


MYR: Previsões revisadas para baixo diante de desempenho sólido – DBS

Apesar do MYR manter desempenho sólido, o DBS revisou para baixo suas previsões cambiais, citando volatilidade global e ajustes de política. O banco aponta que fatores externos e fluxos de capital podem limitar ganhos futuros, mantendo o par MYR/USD sob pressão diante de cenários de incerteza e volatilidade emergente continua.


As perdas da libra esterlina desaceleram com a decisão do BoE se aproximando

Depois de semanas de quedas, a libra esterlina recuou menos na sessão local, enquanto investidores aguardam a decisão de política monetária do Banco da Inglaterra. Analistas destacam sinais de estabilização, com cautela sobre novas surpresas de taxa, dado o impacto potencial em exportações, inflação e a rota da economia britânica.


INR: Perspectiva de Desempenho Abaixo do Esperado para 2026 – MUFG

A MUFG destaca que o INR pode apresentar desempenho abaixo do esperado em 2026, citando fatores macroeconômicos, inflação e políticas. Ainda assim, há espaço para volatilidade de curto prazo e ajustes incrementais, com cautela aconselhada para investidores; monitorar juros, câmbio e demanda externa é essencial para evitar surpresas e perdas.


China: Perspectiva econômica sob pressão

Nos últimos meses, a China enfrenta uma pressão intensa sobre o crescimento, com demanda global fraca, setor imobiliário instável e políticas de crédito que tentam equilibrar investimento e consumo. Analistas apontam riscos de desaceleração, porém apontam caminhos para estabilizar a atividade e enfrentar desafios estruturais em um cenário com alternativas.


EUR/USD cai abaixo de 1,1800 com dados PMI fortes; apostas da Fed fortalecem o dólar

O par EUR/USD recuou abaixo de 1,1800 após PMIs fortes na zona do euro, sugerindo atividade econômica resiliente. Investidores passaram a apostar que a Fed pode permanecer hawkish, fortalecendo o dólar diante das incertezas globais. No curto prazo, dados de serviços favoráveis contribuíram para o otimismo e a volatilidade também.