Notícias

Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


EUR/USD sobe para perto de 1,1600, com dados dos EUA impulsionando apostas de corte de juros do Fed

O euro ganha fôlego frente ao dólar, aproximando-se de 1,1600, impulsionado por dados econômicos dos Estados Unidos que alimentam expectativas de cortes de juros por parte do Federal Reserve. Analistas destacam volatilidade recente, com mercados ajustando prêmios de risco e aguardando indicadores-chave para confirmar a tendência nos próximos dias essenciais.


Iene encontra ofertas após notícia de que o BOJ intensifica sinais de alta de juros

Mercados antecipam novos movimentos: o iene respondeu com queda contra o dólar, após sinais de que o Banco do Japão pode acelerar o ritmo de aumento de juros; investidores monitoram o impulso político e a distância entre a comunicação oficial e as flutuações cambiais, enquanto os futuros refletem cautela crescente.





NZD/USD salta acima de 0,5650 após o RBNZ cortar o OCR para 2,25%

Mercado de câmbio reagiu à decisão do banco central da Nova Zelândia, com o NZD/USD rompendo o patamar de 0,5650. A redução do OCR para 2,25% estimulou uma apreciação da moeda neozelandesa frente ao dólar, enquanto investidores aguardam novas sinalizações sobre o ritmo de cortes e a trajetória de inflação.


Dólar australiano mantém posição após o primeiro CPI mensal completo

O dólar australiano manteve estabilidade após o primeiro CPI mensal completo, com investidores avaliando impactos sobre as perspectivas de política monetária. Dados de inflação mais contidos favoreceram o risco de pausa gradual de juros, enquanto a valorização de commodities manteve o AUD apoiado. Analistas destacam cautela diante de incertezas globais.



NZD dispara após decisão do RBNZ de reduzir a taxa de juros

O dólar da Nova Zelândia subiu após o RBNZ reduzir a taxa de juros para 2,25%, 25 pontos-base abaixo da marca anterior. Este foi o terceiro corte consecutivo, amplamente visto como o último do ciclo. O banco projeta estabilidade da taxa em 2026, mantendo o foco em mudanças futuras potenciais.