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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


Vendas no varejo do Japão sobem 1,7% em outubro, acima do esperado (+0,8%)

O Japão registrou aumento de 1,7% nas vendas do varejo em outubro em relação ao mesmo mês do ano anterior, surpreendendo a previsão de 0,8%. O dado sinaliza maior consumo interno, apoiado por fatores como inflação contida, melhora no emprego e confiança do consumidor, impactando mercados e decisões de política.


Produção Industrial do Japão em Outubro (Preliminar): +1,5% a/a e +1,4% m/m

Em outubro, a produção industrial do Japão apresentou alta preliminar, com crescimento de 1,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior, surpreendendo as expectativas negativas de -0,5%. Além disso, houve avanço de 1,4% frente a setembro, sinalizando recuperação gradual no setor manufatureiro. Dados são preliminares e podem mudar brevemente.




Japão: taxa de desemprego em outubro fica em 2,6% (previsão 2,5%, anterior 2,6%)

Em outubro, o Japão manteve a taxa de desemprego em 2,6%, com o mercado de trabalho ainda restrito e uma recuperação gradual. A relação vagas/candidatos ficou estável em 1,18, perto do esperado, enquanto investidores aguardam o CPI de Tóquio para novembro, que pode influenciar decisões de política monetária em breve.



Queda da indústria da Coreia do Sul em outubro, varejo e serviços mostram resiliência

A Coreia do Sul mostrou um quadro misto em outubro: indústria em queda acentuada, varejo em alta e serviços estáveis, sugerindo consumo privado mais resiliente apesar da fraqueza manufatureira e de possíveis gargalos globais. Essas condições sinalizam riscos contínuos, porém com consumo doméstico atuando como amortecedor da atividade econômica interna.


S&P alerta que as finanças do Reino Unido permanecem vulneráveis, mesmo com novas medidas de arrecadação no orçamento

Analista alerta que as finanças públicas do Reino Unido permanecem sob pressão, mesmo com medidas de arrecadação do orçamento. O cenário envolve gastos estruturais elevados, crescimento fraco e riscos de consolidação fiscal no médio prazo, com déficits desacelerando, mas vulnerabilidade da dívida mantendo pressões sobre a nota soberana do país.