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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

GBP/USD recua à medida que se aproxima da janela de negociação de quinta-feira

O par GBP/USD recua à medida que se aproxima da sessão de negociação de quinta-feira, ampliando perdas diante de um dólar mais firme e de dados econômicos relevantes. Analistas observam cautela entre traders, com foco em decisões de bancos centrais e na próxima onda de indicadores para o mercado global.


NZD/USD permanece em faixa estreita nesta quarta-feira

O NZD/USD permaneceu estável nesta quarta-feira, flutuando dentro de uma faixa estreita enquanto o mercado digere dados econômicos e aguarda novos gatilhos. Oscilando entre níveis de suporte e resistência limitados, o par revelou consolidação, com investidores buscando clareza antes de movimentos mais expressivos no curto prazo. Em meio à cautela.


USD/MYR: Negociação em faixa perto de mínimas de vários anos – Commerzbank

O par USD/MYR permanece em operação dentro de uma faixa, próximo das mínimas de vários anos, sinalizando pressão de venda com suporte limitado. Analistas da Commerzbank destacam que o mercado aguarda sinais de retomada, com fatores macro em pauta, enquanto o dólar asiático testa níveis técnicos críticos e volatilidade baixa.


AUD/USD avança para máximas após NFP superar expectativas

O par AUD/USD ampliou ganhos após o relatório de empregos dos EUA superar as expectativas. Traders reagiram ao NFP forte, ajustando posicionamentos e avaliando impactos sobre a política monetária. Enquanto a volatilidade aumenta, analistas destacam resistência em níveis-chave e possíveis correções conforme dados de inflação e sinais de recuperação global.


PIB do Reino Unido deve apresentar fraco crescimento econômico no quarto trimestre

Analistas projetam que o PIB do Reino Unido deve registrar fraco crescimento no quarto trimestre, puxado pela queda na confiança do consumidor, desaceleração dos serviços e recuo na produção industrial. A inflação persistentemente elevada e expectativas de juros mais altos ampliam a cautela, enquanto o comércio externo oferece algum apoio.


Previsão do AUD/JPY: queda acima de 1% e mantém viés de alta

O AUD/JPY recuou mais de 1% na última sessão, mas o viés permanece favorável para o lado de alta, sustentado por fatores macro e pelo apetite a ativos de risco. Analistas destacam a resistência próxima, o suporte de curto prazo e a possibilidade de movimentos em direção a novos topos se os compradores manterem o controle. A volatilidade pode favorecer entradas graduais com stops bem definidos.


PBOC: Limitação da inflação é restrita; flexibilização provável – ING

A leitura do dia indica que o banco central chinês pode manter um viés de afrouxamento diante de uma inflação contida. A avaliação da ING aponta que, com pressões de preços sob controle, as medidas de política monetária devem favorecer cortes graduais, sustentando recuperação econômica sem reacender riscos de superaquecimento.


Malásia: Perspectiva estável sustenta o Ringgit — UOB

Analistas da UOB destacam que a estabilidade macroeconômica da Malásia sustenta o Ringgit, reduzindo a volatilidade cambial e fortalecendo a percepção de risco. Com sólidas políticas fiscais, recuperação moderada e posição externa alinhada, as moedas emergentes devem se manter resilientes diante de choques externos e fluxos de capital em 2024.


Mercado de Trabalho do Fed se Estabiliza; Política Monetária Permanece Neutra, Diz Hammack

Mercado de trabalho permanece estável conforme o Fed sinaliza política monetária neutra. Dados recentes mostram empregadores resilientes e inflação sob controle, sugerindo continuidade de ajustes graduais. Analistas aguardam próximos dados para confirmar o equilíbrio entre oferta e demanda, com foco no ritmo de futuras mudanças de política nos próximos meses.


China: Déficit mal visto não sustenta o crescimento – Standard Chartered

Economistas do Standard Chartered destacam que o déficit observado na China não deve ser visto como impulso automático ao crescimento. Medidas de política podem manter a atividade estável apenas no curto prazo, enquanto riscos macroeconômicos indicam um caminho gradual, dependente de reformas estruturais e da demanda global e externa consistente.