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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.



Dólar canadense recua, aproximando-se de 1,3700, apesar da incerteza tarifária

O dólar canadense recua diante da incerteza sobre tarifas, aproximando-se de 1,3700 por dólar americano. Analistas apontam dados econômicos recentes, comenta sobre impacto de impostos e efeitos nas exportações. Mesmo com apelos por política comercial estável, o mercado mantém cautela e busca sinais adicionais antes de confirmar direcional da semana.


PBOC mantém as Taxas de Empréstimo Prime Inalteradas em Fevereiro

O banco central da China decidiu manter estáveis as taxas de empréstimo prime (LPR) em fevereiro, sinalizando continuidade da política monetária suave. Analistas observam que a decisão visa manter condições de crédito favoráveis para empresas e consumidores, sem pressões de inflação significativas, reforçando previsibilidade econômica e apoio ao crescimento doméstico.


PBOC fixa a taxa de referência USD/CNY em 6,9414, ante 6,9398 anterior

Em atualização cambial nesta sessão, o banco central da China definiu a taxa de referência USD/CNY em 6,9414, uma leve elevação em relação ao nível anterior de 6,9398. A movimentação sinaliza trajetória estável para o câmbio entre o dólar e o yuan, com impactos esperados aos mercados e importações globais.




EUR/USD ganha fôlego e fica próximo de 1,1800 com incertezas sobre tarifas pressionando o dólar

O par EUR/USD ganha fôlego e se aproxima de 1,1800, impulsionado pela incerteza em tarifas que recai sobre o dólar norte-americano. Analistas destacam movimentos técnicos, com investidores acompanhando negociações comerciais e dados macroeconômicos que podem direcionar o próximo passo do câmbio. Mercados monitoram risco geopolítico e política monetária global também.



Trump avalia novas tarifas de segurança nacional após decisão da Suprema Corte WSJ

Trump avalia novas tarifas de segurança nacional após a decisão da Suprema Corte, segundo o WSJ. A medida busca responder a riscos estratégicos, enquanto economistas divergem sobre impactos. O governo sinaliza consultas com aliados, mas pressões domésticas podem moldar a resposta dos EUA ao comércio global, também em curto prazo.