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O ouro recua à medida que o dólar dos EUA mais forte compensa a demanda por refúgio

O ouro recuou nesta sessão, pressionado pela força do dólar americano, que diminui o apelo de ativos considerados refúgio. Analistas indicam que, apesar da aversão a risco em alguns setores, a demanda por metal precioso caiu conforme investidores avaliavam dados econômicos, políticas monetárias e expectativas de juros no curto prazo.


USD: Fluxos de Refúgio Seguro Sustentam a Força – OCBC

Sobre o dólar, a OCBC aponta que fluxos de refúgio seguro sustentam a força da moeda diante de riscos globais. Investidores buscam proteção, enquanto dados fracos impulsionam apostas em políticas monetárias estáveis. O dólar permanece alto, pressionando commodities e ativos de mercados emergentes, com impactos variados em diferentes setores econômicos.


Área do euro: riscos energéticos reformulam a perspectiva do BCE – Nordea

Riscos energéticos ameaçam a zona do euro, pressionando a inflação e levando o BCE a revisar seus planos. Nordea aponta mudanças na trajetória de juros conforme o cenário de energia se intensifica. O peso dos preços de energia pode exigir ajustes na política monetária diante de variáveis globais e regionais.



Ouro: Rally de Refúgio Perde Fôlego com Repricing das Taxas – Commerzbank

O ouro viu seu rally de refúgio perder fôlego à medida que a reprecificação das taxas reacende a demanda por ativos de risco. Segundo a Commerzbank, os juros mais altos esperados e o dólar firme reduziram o apelo do metal precioso como proteção contra a volatilidade no cenário global atual.


BoE: Corte de Março Ainda Provável Enquanto MPC Observa Dados Domésticos – TD Securities

Mercados permanecem atentos à possibilidade de um corte de juros pelo BoE em março, com o comitê MPC avaliando dados domésticos como inflação, salários e atividade econômica. Mesmo diante de sinais de desaquecimento, a decisão dependerá de novos indicadores que guiarão a trajetória da política monetária nos próximos meses adicionais.




Stournaras, do BCE: o banco central deve ser flexível diante do Irã

Especialistas discutem o papel do BCE diante de tensões externas. Stournaras acredita que a instituição deve manter flexibilidade para responder a choques geopolíticos envolvendo o Irã, ajustando comunicação e instrumentos, sem comprometer o objetivo de estabilidade de preços. A postura equilibrada facilita previsibilidade para mercados e governos em tempos incertos.