O ouro subiu em meio a um cenário de dúvida sobre cortes adicionais de juros pelo Federal Reserve e com a recuperação do dólar apoiando ativos de refúgio. Mercados têm observado que, apesar de as apostas em cortes do Fed parecerem menos prováveis a curto prazo, o ouro continua a se beneficiar da incerteza global e de pressões inflacionárias que não sumiram.
Analistas destacam que o apetite por ativos tangíveis e a procura por proteção contra volatilidade ajudam a sustentar o preço do metal amarelo, mesmo com perspectivas de política monetária menos agressivas. O dólar mais forte tende a conter rallies de ouro, mas fatores como dados de inflação, ganhos de produtividade e tensões geopolíticas continuam a influenciar o mercado.
O ouro pode seguir como hedge em cenários de volatilidade, com investidores observando com atenção as próximas leituras de inflação e os comunicados do Fed. Enquanto isso, o mercado de câmbio e os rendimentos dos títulos influenciam o humor dos compradores de ouro.